13/07/2017

9.727.(13jul2017.7.7') RuiFerra Escritos

Nasceu a 29mar1965
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Via facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100013416106821
acabei de ler o bELO livro:
Foto de RuiFerra Escritos.
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=164083614048841&set=a.164086470715222.1073741827.100013416106821&type=3&theater
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12jul2017
Foto de RuiFerra Escritos.
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=319198195204048&set=a.240672776389924.1073741828.100013416106821&type=3&theater
Deixar

Deixar transbordar
Tudo o que em mim não cabe
Tentar viver atentamente
Cada eloquente momento
Que me extravasa
Que me transforma
Que me trás e leva
O ser que sou
Que me chama
Como quem chama
O menino que se esconde
Na ingenuidade
Da idade que o sustem
Deixar amadurecer os princípios
Que a idade aprende
Deixar esvoaçar os pássaros
Deixar o mundo circundar-me
De beleza
E não mergulhar
Nos perfumes aprisionados
Aos mais estéticos frascos
Deixar não deformar as ideias
Que glorificam os momentos
Que consagram a história
Que arrebatem todo
E qualquer inseguro
Que se debate contra si
Perdido de identidade
Deixar acalmar os sentidos
Até os mais perversos
E consolidar as glorias
As mestras de serviço
Deixar que sejas tu
O olhar as ideias
O saber
O querer ser
Saber estar
Saber florear vida e candura
Deixar que o espaço
Que nos contorna
Se ajuste sempre
Se ajuste sempre e todos os dias
À criação controlada
Que nos expande
E nos afaga
Deixando-nos
Respirar a imaginação
Deixando-nos levar
Na imensidão dos sonhos
Que só por sonhados
Nos aclamam
Nos levam á mais certa incerteza
Que nos propaga
Que nos deixa ávidos
De querer sair de nós
Deixar o mundo
Ser dono de si
Deixar o mundo
Travar esse inconsciente
Esse ser
Que se debate em ser homem
E que se introspeça
Que se disputa sempre contra si
Contra a sua genética impureza
Que se prostra
Na sua humilde fraqueza
A desculpa de se ser humano
Deixar de prender
O porquê da não escolha
O facto de não se ser
Um qualquer animal
Que se inibe do melhor
Deixar o provocar da insensatez
O tornar imundo o redor
E banalizar
Deixar o imprudente
E o transformador
Ser ele entre os mortais
O pior dos animais
Por se invocar de inteligência
E sucumbir á dormência
Do sol que amolece
E acalma a alma
Mesmo a por vezes
A mais intranquila
Deixar respirar estes humanos
Que se perguntam
Nesta imensidão de espaço
Se olham por dentro e por fora
E se questionam
Sós
E porquê sós

*
24jun2017
Foto de RuiFerra Escritos.
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=310140322776502&set=a.240672776389924.1073741828.100013416106821&type=3&theater
Bombeiro Voluntário
Aprisionado no fato
Com retardador de chama
Capacete e óculos condizentes
Luvas e botas protectoras
Com jeito e com preceito
Chama a coragem pelo homem
Que se predispõe em vontade
De afugentar as chamas
Dispondo de armas de guerra
Com o símbolo da paz
Machado aguçado
Temido pela madeira
Mangueira de várias polegadas
Exibindo a forma de canhão
Mas de água
Prestasse o guerreiro
Em coração e alma
Fazendo frente ás frentes
Da dura batalha
E bem de frente
Vezes sem conta
A morte lhe acena
Cocando-lhe a sorte desatenta
Que o olhar desvia
Num ultimo instante
Vezes outras
Rende-se ao azar
Oferecendo o corpo ás chamas
O Bombeiro Voluntário
Parte involuntariamente
Num adeus sem regresso
Parte para todo o sempre
O ser que se alistou
Por honra
Por prazer
Ou por vaidade
Ou tão simples e somente
Pela vontade de desejar socorrer
Nada em si desdignifica
O voluntarioso acto imenso
De sacrificar o corpo que é seu
Em prol de outro corpo
De outro rosto
Que nunca antes conheceu

RuiFerra.escritos

12/07/2017

6.780.(12jul2017.7.7') Ernesto Korrodi

Nasceu a 30jan1870 (Zurique)
Morreu 3fev1944 (Leiria)
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As minha fotos (26jun2017) do prédio Korrodi da Benedita
Já alertámos há muito ano para a aquisição deste valioso edifício
Foto de Rogério Manuel Madeira Raimundo.
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10212053515884637&set=pb.1576428905.-2207520000.1499852914.&type=3&theater
Foto de Rogério Manuel Madeira Raimundo.
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10212053515804635&set=pb.1576428905.-2207520000.1499852914.&type=3&theater
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A sua iniciação maçónica deu-se em 1908, na loja Trindade Leitão, de Alcobaça. Daí transitou para a loja Gomes Freire, em Leiria.
Adoptou o nome simbólico de Helvécio.
Fonte: A. H. de Oliveira Marques (1986), Dicionário de Maçonaria Portuguesa, volume II, Editorial Delta, cols. 821-2
http://segredossegregadosemsegredo.blogs.sapo.pt/31266.html
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Roteiro da Cidade de Leiria
http://www.cm-leiria.pt/uploads/document/file/4029/Ernesto_Korrodi_-_Roteiro_na_cidade_de_Leiria.pdf
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16jun2004
1 belo trabalho do tinta fresca:
http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=bd5eb2b4-59b3-4b8c-a6c8-d5e4e89fdeec&edition=44
No âmbito do EURO 2004
    Roteiro Korrodi apresentado em Leiria
    Ernesto Korrodi 

    A Região de Turismo de Leiria-Fátima, o CEPAE, a ADLEI, a Ordem dos Arquitectos e a Câmara de Leiria apresentaram, no dia 11 de Junho, um roteiro  dedicada à obra de Ernesto Korrodi (1870-1944) em Leiria. A vinda dos jornalistas e adeptos suíços ao jogo Suíça-Croácia foi o pretexto para a edição deste guia trilingue que visa divulgar a obra do prestigiado arquitecto suíço radicado em Leiria. Korrodi deixou cerca de 400 obras em Portugal, entre as quais dois prémios Valmor.
    Na apresentação do roteiro marcaram presença Vítor Lourenço, vereador da Cultura da Câmara Municipal de Leiria, Miguel Sousinha, presidente da Região de Turismo de Leiria-Fátima, Pedro Biscaia, presidente da ADLEI (Associação para o Desenvolvimento de Leiria), Acácio de Sousa, presidente do CEPAE (Centro do Património de Leiria), Rui Ribeiro, presidente do Núcleo Distrital de Leiria da Ordem dos Arquitectos e a historiadora Maria Genoveva Oliveira, a preparar actualmente uma tese de mestrado sobre Ernesto Korrodi, a quem coube apresentar a obra.
     Banco de Portugal

    O roteiro de bolso em Português, Inglês e Francês inclui um mapa com o percurso pelas mais emblemáticas das obras de Ernesto Korrodi em Leiria, como a Villa Hortênsia (casa onde o arquitecto viveu), o Convento de S. Francisco, a Casa do Arco, o Edifício Zúquete, o Banco de Portugal, os Paços do Concelho, o Mercado de Sant"Ana e o castelo de Leiria. O guia contém ainda referências  a outros edifícios da Região de Turismo Leiria-Fátima, como o castelo de Ourém ou o Teatro Chaby Pinheiro, na Nazaré, contendo também um breve resumo histórico de cada obra. 

    Pedro Biscaia: Ernesto Korrodi foi um cidadão exemplar

    Para Pedro Biscaia, a ideia subjacente à edição deste roteiro é a valorização do que é distintivo no património, não só de Leiria, mas de toda a região. A intervenção de Ernesto Korrodi é um importante ícone para cativar o turismo cultural cujo público-alvo tanto podem ser as pessoas que se interessam por arte e arquitectura, como o estudante que quer fazer um trabalho, ou o turista acidental que tem algo para de diferente ver em Leiria. O presidente da ADLEI lembra também a importância deste roteiro para os próprios leirienses, pois muitos deles passam pelos edifícios e não sabem que foram projectados por Ernesto Korrodi.
     Pedro Biscaia, presidente da ADLEI
    Korrodi foi importante não apenas como arquitecto, mas na sua vida cívica, tendo sido um dos grandes lutadores pelo descanso semanal ao domingo, na altura da República, um homem de uma grande modernidade e com uma atitude cívica muito importante. Por isso, Korrodi pode ser um pretexto para se fazerem coisas boas em Leiria e lembra, a este propósito, que a Junta de Freguesia instituiu também o Prémio Korrodi para a reabilitação urbana.
    Pedro Biscaia reconhece que o EURO 2004 foi importante para Leiria porque serviu de catalisador para muitas obras na cidade, "pequenos pormenores que fazem a cidade" há muito reclamadas pela sociedade civil e agora feitas de uma vez só, "o que demonstra que era fácil e possível fazê-las. Hoje a cidade está mais bonita, o que mostra que as reivindicações da ADLEI eram justas".

    Rui Ribeiro: património de Korrodi em Leiria continua em risco
     Rui Ribeiro, presidente do Núcleo de Leiria da Ordem dos Arquitectos

    Segundo Rui Ribeiro, a ideia deste roteiro visa dar maior visibilidade à obra de Ernesto Korrodi, dotando a cidade de Leiria de um documento que faça com que as pessoas possam percorrer os principais pontos da cidade pontuados pela obra do arquitecto. Assim, as pessoas poderão simultaneamente passear na cidade e conhecer a obra de Ernesto Korrodi, um dos expoentes da Arte Nova em Portugal. Em 1910, recebeu o Prémio Valmor pelo prédio da Avenida Fontes Pereira de Melo onde se encontra actualmente o Teatro Villaret e, em 1917, o mesmo galardão pelo prédio do nº 5 da Rua Viriato, ambos em Lisboa.
    O presidente da Ordem dos Arquitectos de Leiria considera, todavia, que subsistem bastantes edifícios projectados por Korrodi em risco em Leiria, embora ressalve que os problemas arquitectónicos da cidade sejam os mesmos do resto do País. Rui Ribeiro refere, no entanto, que há regiões em que o património edificado de Korrodi está mais bem preservado que em Leiria. Os problemas do património edificado por Korrodi afectam não apenas edifícios particulares, mas também públicos, incluindo alguns propriedade do Poder Central, "completamente votados ao abandono".
    O Castelo de Leiria foi um dos monumentos cuja recuperação Ernesto Korrodi mais defendeu durante décadas, tendo fundado a Liga dos Amigos do Castelo, em 1915, associação que conseguiu iniciar a recuperação do monumento já nos anos 20 e 30. O monumento, classificado como Património Nacional em 1910, deverá sofrer proximamente uma intervenção a cargo da Direcção-Geral dos Monumentos Nacionais, ainda está em fase de apresentação de estudos. Rui Ribeiro adianta que já houve sessões públicas de apresentação de estudos prévios sobre o castelo, esperando-se apresentações mais formais e completas da intervenção num futuro próximo.
    Miguel Korrodi: um apaixonado pelo obra do bisavô
     Miguel Korrodi

    Miguel Korrodi, por sua vez, admite que a sua ideia original era fazer um roteiro de âmbito nacional com a obra do arquitecto suíço, mas a vinda dos jornalistas suíços levou a esta solução de âmbito local. O bisneto de Ernesto Korrodi esclarece que o espólio existente no ateliê do arquitecto foi entregue ao Arquivo Distrital de Leiria e que todo o arquivo da secção de obras da Câmara Municipal de Leiria está no arquivo da Câmara Municipal, nomeadamente, na Biblioteca Afonso Lopes Vieira.
    A preservação estará, assim, assegurada, permitindo desenvolver investigação, nomeadamente, a que serviu para elaborar este roteiro e para a tese de mestrado desenvolvida em 1984 por Lucília Verdelho da Costa, publicada em livro em 1997, que veio dar a conhecer muita da obra de Korrodi.
    Miguel Korrodi lembra que muita gente ainda hoje pensa que Ernesto Korrodi foi apenas o autor da reconstrução do castelo de Leiria ou o responsável pelo edifício do Banco de Portugal, dos Paços do Concelho ou do Mercado Sant"Ana, o que revela um desconhecimento total sobre o elevado número de casas privadas projectadas pelo seu bisavô. Aliás, Miguel Korrodi que é engenheiro de máquinas, vive há cerca de um ano na casa onde o bisavô também viveu, a Villa Hortênsia, que sofreu obras de recuperação durante 4 anos.
    O bisneto de Ernesto Korrodi espera que a edição deste roteiro contribua para que as pessoas se empenhem mais na preservação destas casas: "Korrodi lutou muito para proteger o património nacional em várias cidades do País, e hoje, quase 100 anos volvidos, compete às novas gerações esforçarem-se por preservar o património arquitectónico que ele desenvolveu", concluiu.
    Vítor Lourenço: Cultura e desporto não devem
    ser mundos separados

     Apresentação do roteiro de Ernesto Korrodi

    O vereador da Cultura da Câmara Municipal de Leiria referiu ao Tinta Fresca que a edição deste roteiro cultural no âmbito do EURO 2004 representa mais uma das apostas da autarquia em juntar Cultura e desporto, dois mundos considerados, muitas vezes, separados e até antagónicos. Vítor Lourenço rejeita, todavia, essa separação considerando que Cultura engloba todas as manifestações do ser humano, individual e colectivamente considerados.
    O EURO 2004 representa também uma oportunidade para democratizar a Cultura. Daí que Vítor Lourenço destaque os espectáculos de teatro de rua realizados a 8 e 9 de Junho, que considerou de grande qualidade e participados por toda a população: "Aproveitámos o EURO 2004 para proporcionar às pessoas que nos visitam momentos de lazer, mas também de enriquecimento cultural, com as artes, os espectáculos, as exposições ou as obras editadas. Queremos dar a imagem de uma terra preparada para receber e enviar para fora a imagem de uma sociedade equilibrada, socialmente justa e culturalmente rica", explicou o autarca.
    Biografia
    Ernesto Korrodi nasceu em Zurique, em 1870, e o seu apelido deriva do nome “Konrad”.Concluiu muito novo o ensino primário e secundário e ingressou na Escola de Arte Industrial onde obteve o diploma no final de 1888, interessando-se, desde logo, pela Arqueologia. Concorreu a um cargo para professor de Desenho, anunciado no consulado de Portugal em Berna, e em 1889 foi colocado na Escola Industrial de Braga onde permaneceu cinco anos.
     Em Braga, para além do ensino, dedicou-se ao estudo de monumentos, igrejas, e palácios, sendo transferido, em 1894, para a Escola Industrial de Leiria onde, de imediato, se dedicou nas suas horas vagas, ao minucioso levantamento do que restava das ruínas do Castelo. Em 1898, publica os Estudos de Reconstrução sobre o Castelo de Leiria, edição de 200 exemplares, subsidiada pelo Governo Português e impressa no Instituto Poligráfico de Zurique. Ainda nesse ano é homenageado com a Comenda do Mérito Industrial.
     Em 1901, casa em Leiria com Quitéria Maia, professora do ensino primário, e vêm a ter 2 filhos. Em 1902, é agraciado com a Ordem de S. Thiago do Mérito Científico, Literário, e Artístico pelo projecto de reconstituição dos Paços do Duque de Bragança, em Barcelos. O seu empenho em defesa do Castelo de Leiria conduziu à sua classificação como Monumento Nacional em 1910 e em 1915, cria a Liga dos Amigos do Castelo que, com a ajuda do Estado, deu início às primeiras obras de consolidação. Os trabalhos continuaram sob a sua orientação até 1933, passando depois para a responsabilidade da Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais.
     Em 1905, foi nomeado director da Escola Industrial de Leiria. Para além do ensino e do estudo de monumentos históricos, desde cedo se dedicou à arquitectura, como autodidacta, e em 1899 já era sócio da Real Associação dos Arquitectos e Arqueólogos, bem como da Associação dos Engenheiros Civis Portugueses.   Os seus projectos de arquitectura estendem-se por todo o país, desde Chaves até Vila Real de Santo António, e em Lisboa foi agraciado com dois Prémios Valmor, em 1910 e em 1917.
      Criou em Leiria uma pequena escola de cantaria artística, a expensas suas, e esta viria a transformar-se numa grande oficina de verdadeiros artistas cujo trabalho, na sua maior parte, era passado à pedra sob modelação sua. Esses trabalhos de cantaria enriqueceram não só as obras por si projectadas, como as de outros arquitectos por todo o país. Em 1926, foi-lhe concedido pelo Governo Português, o título de Arquitecto.
     Desde cedo se envolveu em diversos movimentos de modernização, chegando a realizar trabalhos e conferências por todo o país sobre o Ensino em Portugal, pelo que foi agraciado, em 1909, com  a Comenda da Instrução Pública.  Em 1911, viria a liderar um movimento de âmbito nacional a favor do descanso dominical, promovendo-o energicamente através de conferências e artigos na imprensa. Ernesto Korrodi faleceu em Leiria, em 1944, sendo sepultado voltado para o Castelo, como era seu desejo.
     Em 1970, no centenário do seu nascimento, foi eleito a título póstumo, cidadão honorário do Concelho pela Câmara Municipal de Leiria e foi-lhe descerrado um monumento no sopé do castelo, na avenida com o seu nome. Em 1997, foi publicada em livro a Tese de Mestrado Ernesto Korrodi – Arquitectura, Ensino, e Restauro do Património, de Lucília Verdelho da Costa, contribuindo de uma forma decisiva para dar a conhecer a dimensão da sua obra.
     Em 2000, a Câmara Municipal de Braga atribui o seu nome a uma rua e apresentou a sua biografia no guia Braga Cultural.  Em 2003, foi criado em Leiria o Prémio Korrodi destinado a dinamizar a preservação e reabilitação de imóveis degradados e contribuindo, ao mesmo tempo, para homenagear a sua obra.

              Mário Lopes
    ***
    Tese de Mestrado de Regina Margarida Santos

    Resumo:Todo o cidadão possui muitas relações com algumas partes da sua cidade e a sua imagem está impregnada de memórias e significações.”1 Ao percorrer Leiria, deparamos-mos com diversos elementos físicos que se destacam na imagem da cidade, pela sua presença urbana. A cidade é povoada por diversos edifícios significativos, caracterizados pelo seu desenho arquitectónico que tiveram um determinado autor, tempo, e espaço de concretização. No entanto, muitas vezes, os edifícios que nos despertam a atenção são ao mesmo tempo identidades desconhecidas, das quais não temos qualquer informação ou conhecimento relativos a quem os projectou. Apesar da diferente percepção de cada indivíduo, alguns desses elementos acabam por marcar a imagem e consequente identidade da cidade. Actualmente, ao recordar Leiria, a primeira imagem que nos surge é a do paço acastelado no alto do morro. Mas este castelo nem sempre apresentou a imagem que tem hoje e, até à sua reconstrução no início do século XX, apresentava-se em ruínas. Ernesto Korrodi «[…] foi o grande responsável pela imagem de Leiria, ao fixar, idealmente, a reconstituição das ruínas do seu castelo.»2 Mas a sua intervenção na cidade não se limitou aos estudos histórico-arqueológicos do castelo. Ernesto Korrodi (1870-1944), que veio para Leiria como professor de desenho, rapidamente propagou a sua tendência artística na actividade de architecto construtor.3 Foi como arquitecto que marcou a imagem da cidade de Leiria do início do século XX, com obras em que é possível reconhecer um estilo arquitectónico próprio, que se destaca no gosto revivalista da época. Além de realizar alguns dos mais relevantes edifícios públicos de Leiria, «seria essencialmente nos seus projectos para casas de habitação e prédios de rendimento que Korrodi, como arquitecto desse tempo, melhor o soube interpretar e definir.»4 Este trabalho tem como principal objectivo a análise do estilo arquitectónico do arquitecto Ernesto Korrodi, através dos projectos de habitações de modo a compreender a evolução e maturidade do seu estilo. Para tal, estabelecemos a cidade de Leiria como espaço físico de concretização desses projectos e a habitação como programa que consolida o tecido urbano. «A casa é um documento autêntico da vida do homem – documento de pedra e cal, mas de extraordinária importância para estudarmos os costumes, a evolução do gosto e da vida social.»5 Procuramos encontrar e definir as principais zonas de intervenção onde se inserem essas habitações; seguindo-se uma análise das diferentes tipologias habitacionais e o seu enquadramento no tecido urbano. Não sendo possível uma análise exaustiva de todas as obras, para os casos de estudo, escolhemos exemplos que representem as diferentes características tipológicas e de enquadramento. A sua escolha prende-se ainda com aquelas que, pelo seu carácter estilístico, melhor caracterizam a evolução do estilo pessoal do arquitecto. Assim, apresentam-se as habitações que, pelo seu valor artístico, têm impacto visual quando percorremos a cidade. No entanto, não pretende ser um trabalho monográfico com uma descrição histórica exaustiva de cada habitação, e muito menos a história genealógica dos seus habitantes, mas sim uma análise do estilo arquitectónico do edifício e a sua relação com a cidade. Para tal, recorreu-se essencialmente aos seus projectos, pois «se os projectos mais significativos de Korrodi foram quase sempre alterados por razões que o ultrapassavam, é sobretudo aí, mais do que nos edifícios construídos, que devemos procurar inferir o seu estilo pessoal.»6 A investigação iniciou-se com a pesquisa da bibliografia existente sobre a vida e obra do arquitecto Ernesto Korrodi. O primeiro reconhecimento e identificação dos edifícios da autoria de Korrodi na cidade de Leiria deveu-se à obra de Genoveva Oliveira – Ernesto Korrodi: Roteiro na Cidade de Leiria (2010). Consiste num roteiro que circunscreve os principais edifícios na cidade, permite ter um conhecimento geral daquilo que foi a intervenção de Korrodi e facilita a sua identificação in situ. Mas apresenta uma determinada lacuna de informação arquitectónica sobre a maioria dos edifícios de habitação. O principal estudo divulgado sobre o arquitecto Ernesto Korrodi é da autoria de Lucília Verdelho da Costa – Ernesto Korrodi: 1889-1994: arquitectura, ensino e restauro do património (1997), e diz respeito, sobretudo, a questões relacionadas com os estudos histórico-arqueológicos do castelo e com o seu percurso como professor, fazendo referência a alguns aos projectos de arquitectura. Foi esta obra que muito auxiliou a elaboração deste estudo, e na qual nos apoiamos para melhor descrever o percurso artístico de Korrodi. Quanto à estruturação desta dissertação, compõe-se por três momentos distintos mas sequenciados: o arquitecto, o lugar e a obra. Num primeiro capítulo dedicado ao arquitecto Ernesto Korrodi, apresentamos o seu percurso artístico antes de se dedicar à actividade de arquitecto, referindo a sua actividade enquanto professor e os estudos histórico-arqueológicos. Para tal, faremos um pequeno enquadramento respectivamente da situação do ensino em Portugal, que justificou a vinda de Korrodi para o nosso país; e da situação do património arquitectónico no panorama português, que fundamentou as suas intervenções. Relativamente à arquitectura, apresentamos em primeiro o panorama artístico nos finais do século XIX e início do século XX, que transitava dos revivalismos para o modernismo através da Arte Nova. Partindo do contexto europeu, centramo-nos na situação portuguesa, na qual se enquadra a obra de Korrodi. É no termo deste capítulo que apresentamos o percurso arquitectónico de Korrodi. Indicamse as influências e principais particularidades do seu estilo arquitectónico. Focando a questão da habitação apresenta-se a evolução da linguagem decorativa, que caracterizou a sua obra. O segundo capítulo prende-se com a cidade de Leria, de modo a contextualizar o espaço físico, cenário das diversas intervenções de Korrodi. Baseámos a pesquisa na bibliografia existente sobre a história e morfologia da cidade. Assim apresenta-se um contexto histórico da cidade, a partir do qual nos centramos na época em estudo, caracterizada pela expansão e adensamento do tecido urbano. Apresentamos ainda o impacto que a obra de Korrodi teve na imagem da cidade de Leiria. O terceiro capítulo é finalmente dedicado à questão da habitação urbana que nos finais do século XIX ainda era predominantemente constituída pela moradia unifamiliar. Apresentamos a casa burguesa como o espaço doméstico que caracteriza a habitação urbana, a qual desenha a cidade. Assim, descrevemos a evolução da habitação na cidade de Leiria, centrando depois o estudo nos projectos realizados por Korrodi. Primeiro identificam-se as principais zonas da cidade onde se localizam essas habitações. Referimo-nos também aos projectos que consistiram em alterações e ampliações do edificado existente. Seguidamente, no que concerne aos projectos para novas habitações apresentam-se as tipologias realizadas, o seu enquadramento urbano e relação com o espaço público. Neste último ponto, analisam-se os casos de estudo que consideramos melhor representarem a evolução da linguagem decorativa e que demonstraram ter um maior impacto visual, destacando-se na imagem da cidade. Deste modo, dá-se especial destaque à habitação unifamiliar, apresentando os exemplos mais representativos de moradias isoladas e moradias em banda. Sem querer expandir muito o programa habitacional plurifamiliar, centramos a sua análise no desenho das fachadas. Procuramos apresentar uma série de elementos particulares – como o padrão dos azulejos, as cantarias e o desenho de gradeamentos – constantes nas obras e que permitem facilmente identificar e reconhecer um edifício da autoria dA recolha de informação gráfica, relativa aos projectos das habitações teve por base várias fontes. Em primeiro o Fundo Pessoal Ernesto Korrodi, disponível no Arquivo Distrital de Leiria (ADLRA). Nele se encontra o espólio do arquitecto, doado pelos seus herdeiros ao ADLRA, composto por diversos tipos de documentação relativos à vida pessoal e profissional do arquitecto e do qual faz parte «um vasto número de projectos e plantas arquitectónicos não só da região de Leiria, mas de todo o território nacional».7 A partir da secção relativa aos projectos de arquitectura realizados na cidade de Leiria restringimo-nos aos projectos de habitação. De seguida, os processos do Arquivo Histórico da Câmara Municipal de Leiria (CML), tendonos sido informado que abrangiam todos os projectos aprovados pela CML. O conjunto é constituído por um grande número de processos, dos quais fazem parte não só os projectos originais, mas também os processos relativos a alterações e remodelações. No entanto, em alguns casos, após pesquisa in situ não conseguimos encontrar a concretização física desses projectos; o que nos leva a concluir que no decorrer do tempo poderão ter sido profundamente alterados, demolidos, ou que não tenham sido construídos. Estes dois espólios complementam-se numa imensa documentação que traduz a intensa actividade arquitectónica de Korrodi. Ainda assim, ao consultar o Inventário do Património Arquitectónico do SIPA relativo ao edificado na cidade de Leiria, deparamo-nos com mais edifícios que estão indicados como sendo da autoria de Ernesto Korrodi e que excedem o conjunto formado pelas fontes acima referidas. Destas habitações, desconhecemos a localização da informação relativa à documentação gráfica. Com o decorrer da pesquisa, deparamo-nos com um grande número de projectos de habitações realizados pelo arquitecto. Na impossibilidade de numa dissertação de mestrado apresentar e desenvolver toda a documentação recolhida, achamos por bem não a manter oculta, mas antes divulgála através da criação de um catálogo. Apesar de não ser o objectivo primeiro desta dissertação, esta documentação serviu de base para o seu desenvolvimento. Em anexo encontra-se o catálogo com a listagem de projectos relativos a habitações que identificamos como sendo traçados por Korrodi para a cidade de Leiria - Lista das habitações identificadas em Leiria, da autoria de Ernesto Korrodi. Apesar de apresentar um número considerável de obras, admitimos que não é uma lista exaustiva e terá, como em todas as obras deste género, algumas falhas. Pretende-se com esta lista iniciar uma base de dados, que permitirá o futuro desenvolvimento de estudos mais aprofundados. Numa segunda parte do catálogo apresentam-se fichas relativas às obras mais significativas do arquitecto, que incluem a diversa informação recolhida referente a cada obra – Fichas individuais das habitações. Nessas fichas, apresentamos a informação gráfica que foi possível recolher e que se considerou relevante, pelo seu valor artístico e por melhor caracterizar o estilo arquitectónico de Korrodi. Com este catálogo, pretende-se ainda dar a conhecer à população em geral e aos leirienses em particular, a extensa obra do arquitecto Ernesto Korrodi, «suíço de nascimento e leiriense por adopção».8 Ao longo do trabalho, quando nos referimos aos projectos incluídos no catálogo indicamos, em nota de rodapé, o número de projecto apresentado no catálogo Anexo [P --], de modo a facilitar a referência à sua consulta. Resta-nos referir que, ao longo deste trabalho, quando nos referimos ao arquitecto Ernesto Korrodi, apenas o apresentamos com o nome de família – Korrodi. Nos casos em que pretendemos referirmo-nos ao seu filho, também arquitecto, utilizamos o nome Camilo Korrodi. Korrodi.
    https://estudogeral.sib.uc.pt/handle/10316/23319
    ***
    Várias casas no nosso concelho de Alcobaça
    de 1921...Casa "Mariazinha Almeida"...António Almeida - Benedita...R/c tem o restaurante Paraíso e o Supermercado
    Largo Padre António José da Silva
    Rua principal...EN8-6
























    *
    Esta família tb tem jazigo projectado pelo famoso arqueitecto
    ***
    recebeu 2 prémios Valmor
    ***
    A curadora Genevova Oliveira fez palestra a 7.7.2017
    promovida pelo Forum Terra Mágica das Lendas, CRL
    sobre a arquitectura Korrodi

    06/07/2017

    3.790.(6jul2017.3.33') 19RC2017...13jul...14h30'...Reunião pública...Aqui estáá a ordem de trabalhos e o meu registo pessoal


    ***
    Foto de Rogério Manuel Madeira Raimundo.
    https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10212065180136236&set=pb.1576428905.-2207520000.1499852908.&type=3&theater
    ***
    No dia 5 de jul houve a indicação de que a Reunião Pública de 10 de jul seria adiada para 12 ou 13...
    até porque 7.7
    às 15h teremos visita ao Rachadouro
    com o Arq. Souto Moura...
    ***
    Secretariou
    CDJurídica Carlos Freire
    ***
    a ordem de trabalhos está a preto
    ***
    é 1 registo sintético 
    pessoal
    sem preocupações de bom português...
    a síntese da documentação 
    e o que os outros disseram está a azul
    ***
    as intervenções do vereador da CDU 
    Rogério Raimundo
    estão a vermelho
    ***
    Presidente da Câmara, Paulo Inácio, abriu os trabalhos às 14h40', dando a palavra ao público:
    1. Nuno Bernardo e Eduardo Santos...
    linha de água destruída pelo vizinho Arnaldo Mota...APA interveio...GNR...Mas nada de nada...
    PCâmara diz que vai agir...
    Nuno Bernardo diz que a Eng.ª Cristina Ferreira esteve lá em março 2017
    Há 15 anos houve questões com o mesmo vizinho
    serventia... 
    2. Diana Leal do condomínio de S.Martinho perto da Mini feira Popular...
    Reclama contra excesso de ruído...Moradores idosos e pais de crianças queixaram-se...
    PCâmara diz que vai mandar medir o ruído licenciado...
    O PCâmara tem de defender a diversão mas também tem de defender o título da praia das crianças...
    Há que saber prevenir e há que procurar bem o lugar das diversões...
    *
    Presidente da Câmara informou:
    1. O Vereador Hermínio Rodrigues propôs a insolvência
    mas a administração e a AG da Cister Equipamentos rejeitou
    2. Dia 20 reúne com a CGD
    3. O INE deu bons resultados para Alcobaça no 1.º quadrimenstre de 2017:
    82 M€ de exportações e 50M€ de importações
    1951 desempregados há 1 ano...agora 1608...
    *
    e deu a palavra aos vereadores da oposição:
    Vereador Canha passou à Vereadora Eugénia Rodrigues (PS)
    SFVestiarense merece o palco principal este ano da Feira de São Bernardo.
    Também trazia o louvor à SFVestiarense, mas também é de incluir a revelação jovem do Festival: Carolina Rosa!
    *
    Carlos Bonifácio (CDS) acha que os acessos de autocarro ao Hotel têm de ser estudados e que o Jardim do Obelisco tem de ter fruição pública e não paga...
    Intervim sobre a magna carta que urge reclamar do Estado/Visabeiras...

    Sobre o que assistimos no dia7.7, é uma boa notícia a nova acessibilidade ao Hotel, via Rotunda de acesso à R. D. Pedro V e Silvério Raposo...Arq. Souto Moura permitiu-me fotografar...
    Acho que devíamos ter uma reunião de câmara urgente com os técnicos da câmara para a melhor resposta de acessibilidades, 
    da melhor solução para o abastecimento de água e saneamento para o Hotel...
    Mas o mais importante continua por fazer...
    O PCâmara tem que pensar global e pensar em defender os interesses do município e a não ir na conversa pequena de resolver os problemas da concessionária Visabeiras...
    A CDU há muito que reclama uma magna carta reivindicativa de Alcobaça perante o Estado. Nós sempre estivemos a favor do investimento público no Mosteiro. Só aceitámos o Hotel no Rachadouro, com concessão privada à Visabeiras, na condição do Estado assumir as suas responsabilidades, no Claustro do Cardeal (daqui a 3 anos não pode estar em ruína vergonhosa), do Jardim do Obelisco e fontanários, rede hidráulica na envolvente e dentro do Mosteiro, no antigo pomar, na envolvente à Capela do Desterro e Celeiro…Se o Estado não soube negociar a concessão para Hotel no Rachadouro, não pode ser Alcobaça a perder.

    A CDU não aceita que o município assuma investimentos de milhões sem contrapartidas, claras, por parte do Estado Português, e exige um compromisso solene em visita de 1.º ministro, do Chefe do Governo, e com preciso calendário de execução.

    A CDU entende que esses grandes objectivos para a cidade e para o Mosteiro não podem ficar na Câmara, na directoria do mosteiro ou na DGPCultural, devem ser debatidos por todos os alcobacenses, que se interessam pelo seu concelho.

    No dia 7.7.2017 perfizeram-se 10 anos que o Mosteiro foi eleito 1ª Maravilha de Portugal. Nunca é demais valorizar, igualmente, a importância de Alcobaça na fundação da nossa nacionalidade, na visibilidade da nossa cultura, da arquitectura e da nossa identidade.
    Nós consideramos que se está no bom caminho quando se coloca Alcobaça e Coz no mundo de Cister.
    Também achámos extremamente positiva a intervenção de Saul Gomes na Ação de Formação das Batalhas Fundacionais...

    O Sr. Presidente também não deve esquecer o adiado e tão importante Museu dos Coutos, que devia ter sede no Claustro do cardeal.
    PCâmara diz que o Museu não tem sede...Que só precisa de 1 espaço interpretativo que poderia ficar na nascente do Alcoa...
    depois os Achados Arqueológicos...2 pesos e 2 medidas?...
    Não ouvi aqui, hj, a reclamação que ouvi sobre os achados arqueológicos do Parque Verde...
    Então sobre o que vimos no dia7.7.2017, não se reclama o estudo intensivo e a musealização? Então os sinos, os fornos não é para investigar e para musealizar?
    E os outros achados que foram descobertos e que irão ser descobertos?
    Não defendemos os mesmos princípios e práticas?
    Intervim ainda:
    Em conversa com a Vereadora Inês Silva já sei que o bom senso imperou e o cinema já não é às quartas à noite para jovens e adultos...e volta-se a experimentar os domingos/segundas à noite
    A.Protesto:Não recebi resposta aos meus mails!!!
    casos graves que poderão provocar incêndios; agendamento dos clandestinos e do caso Rui Serrenho, Diferentes focos de poluição (na confluência dos rios e junto ao moinho do parente; caso de obras na Vasco da Gama com perigo para transeuntes e operários; obras apressadas de passadeiras onde vai haver obras de saneamento e água; projecto obra na Praça Ulrich; Excesso de publicidade em todos os cruzamentos e até na Praça 25 de abril; cuidados paliativos no Hospital de Alcobaça...
    B.Requeiro informação para a próxima reunião:
    1. Loja do cidadão e do munícipe
    2.Plano de melhorias das escolas e jardins de infância antes do ano lectivo 2017/2018?
    3.Plano de Ordenamento Florestal do concelho de Alcobaça
    4. Como estamos nos relatórios das Juntas de Freguesia em relação à delegação de competências?
    5. Projecto da ponte do sécXII/XIII em Chiqueda?
    C. Saudação
     primeiro para o investigador Luís Crisóstomo com o seu trabalho científico " Estilo de vida e as doenças degenerativas"
    2.às irmãs Inês e Francisca LOURO, respectivamente bronze no LER+ e a Francias com 8 medalhas no Dance World Cup: 4 de ouro, 2 de prata e 2 de bronze...

    3.3º aniversário da Granja de Cister
    4. 25 anos do Região de Cister
    5. 25 anos do Cistermúsica
    6. A Inês Carreira continua a ter extraordinários resultados...3.ª no disco Torneio Ibérico Juvenil...
     e agora almejou 2 medalhas de prata no Nacional Juniores no Peso e no Disco!!!
    7. paraciclista Carlos Santos...prata no contra-relógio e bronze na modalidade de estrada...
    8. 10 títulos e 6 medalhas para a Academia Hugo Matos, Taça de Portugal: Serena Matos, Inês Alexandre, Ana Alexandre, Tomé Alexandre, Francisco Lopes, Cristiana Santos e José Semedo...
    Tam bém prata para Sebastião matos e Miguel Caseiro
    9. Veterano do Ginásio Clube: Nuno Martins...4 medalhas sendo 2 de ouro no Martelão e no martelo
    D. Passadiços muito bem mas o Estacionamento alternativo em S.Martinho do Porto tem que ser reforçado...Continuamos sem ter obras no farol...
      
    ------ ATA DA REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA REALIZADA CINCO DE JULHO DE DOIS MIL E DEZASSETE – APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO -
    (FINANÇAS LOCAIS) 2.
     ------ DOCUMENTOS PREVISIONAIS – ANO DE DOIS MIL E DEZASSETE – OITAVA ALTERAÇÃO – APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO -Vereadora Eugénia e ...Vereador Canha votam contra porque havia a decisão de 1xmês...117 mil para despesas com pessoal e 115 mil euros para aquisição de serviços...
    (AÇÃO SOCIAL) 3.
     ------ CARLA CATARINA DOS SANTOS TOMÁS – PEDIDO DE APOIO - APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO (MGD-I Nº. 11691/17) --retirado ponto
    (AÇÃO SOCIAL) 4.
    ------ DULCE ISABEL DA CRUZ ALVES – PEDIDO DE APOIO - APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO (MGD-I Nº. 12962/17) -Não tem parecer técnico...retirado ponto
    (AÇÃO SOCIAL) 5.
    ------ SANDRA CESÁRIA DA COSTA NÓBREGA – PEDIDO DE APOIO - APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO (MGD-I Nº. 12328/17) -incentivo à natalidade...retirado ponto
    (AÇÃO SOCIAL) 6.
    ------ SVETLANA MIRUMYAN – PEDIDO DE APOIO - APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO (MGD-I Nº. 12775/17) -Pedra do Ouro...TSServiço Social fundamenta...no 1.º ano terá apoio de 135€xmês para a renda de casa...
    (AÇÃO SOCIAL) 7.
    ------ CONFEDERAÇÃO NACIONAL DAS ASSOCIAÇÕES DE FAMÍLIA – RELATÓRIO DE ATIVIDADES – ANO DE DOIS MIL E DEZASSEIS - INFORMAÇÃO (MGD-E Nº12430/17). -
     (CULTURA, DESPORTO E RECREIO) 8.
    -------ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA E CULTURAL DE COZ – PEDIDO DE APOIO - APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO (MGD-E Nº.12598/17) -1.150€ para materias..tintas...
    (CULTURA, DESPORTO E RECREIO) 9.
     -------ASSOCIAÇÃO CULTURAL E RECREATIVA NORTE DA VILA – PEDIDO DE APOIO - APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO (MGD-E Nº.13136/17)-1500 euros para BTT/XCO Benendita...Róódinhas BTT Team...16jul
    (CULTURA, DESPORTO E RECREIO) 10.
    -------FÁBRICA DA IGREJA PAROQUIAL DE PATAIAS – PEDIDO DE APOIO - APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO (MGD-E Nº.23436/17) -era da reunião anterior...retirado
    (CULTURA, DESPORTO E RECREIO) 11.
     ------ KARTS NA FEIRA DE SÃO BERNARDO – ANO DE DOIS MIL E DEZASSETE - HORÁRIOS E PREÇOS – APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO (MGD-I Nº. 1408/17)-Acho demasiado: 5' custa 1,5€...é exploração!!...Vereadora diz que foi sempre assim...Está mal devia ser corrigido!
    (CULTURA, DESPORTO E RECREIO) 12. ------ DIREÇÃO-GERAL DAS ARTES E BANDA DE ALCOBAÇA – APOIO INDIRETO ÀS ARTES - ACORDO TRIPARTIDO – APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO (MGD-I Nº. 10648/17)- Câmara avança com 48.600€...e logística no valor de 10.289,83€...DGArtes em 2017 avança com 68.000€
    (DIÁRIO DA REPÚBLICA) 13.
    ------ LEI NÚMERO QUARENTA E SETE BARRA DOIS MIL E DEZASSETE, DE SETE DE JULHO – INFORMAÇÃO -------------------------------------------------------------- ------ Considera contraordenação grave a paragem e o estacionamento em lugar reservado a veículos de pessoas com deficiência (décima sexta alteração ao Código da Estrada, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 114/94, de 3 de maio). --
    (DIÁRIO DA REPÚBLICA) 14.
     ------ LEI NÚMERO QUARENTA E OITO BARRA DOIS MIL E DEZASSETE, DE SETE DE JULHO – INFORMAÇÃO ------ Estabelece a obrigatoriedade de as entidades públicas assegurarem lugares de estacionamento para pessoas com deficiência, procedendo à segunda alteração ao DecretoLei n.º 307/2003, de 10 de dezembro. -
    (DIÁRIO DA REPÚBLICA) 15.
     ------ AVISO NÚMERO SEIS MIL NOVECENTOS E SETENTA E TRÊS BARRA DOIS MIL E DEZASSETE, DE CATORZE DE JUNHO – INFORMAÇÃO ------------- ------ Designação de titulares de cargos de direção intermédia.-
    (OBRAS PARTICULARES) 16.
     -------DESPACHOS DO SENHOR PRESIDENTE DA CÂMARA EM MATÉRIA DE GESTÃO URBANÍSTICA – INFORMAÇÃO -90 despachos
     (ORDENAMENTO E URBANISMO) 17.
    ------ FERNANDO VICENTE - PRODUÇÃO E COMÉRCIO DE SUÍNOS, LIMITADA – PEDIDO DE RECONHECIMENTO DO INTERESSE PÚBLICO MUNICIPAL NA REGULARIZAÇÃO DE ESTABELECIMENTO OU INSTALAÇÃO - APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO (MGD-E Nº. 6451/17) -
    Casal da Pequena...Benedita
     (ORDENAMENTO E URBANISMO) 18.
     ------ JORGE VIEIRA - PRODUTOS PARA A AGRICULTURA, LIMITADA – PEDIDO DE RECONHECIMENTO DO INTERESSE PÚBLICO MUNICIPAL NA REGULARIZAÇÃO DE ESTABELECIMENTO OU INSTALAÇÃO - APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO (MGD-E Nº. 11889/17)- Pinhal Fanheiro/Bárrio
    (TOPONÍMICA) 19.
    ----- VIA SITA NA FREGUESIA DE ALCOBAÇA – PROPOSTA DE DENOMINAÇÃO “ENGENHEIRO MÁRIO PIRES DE SÁ” – APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO (MGD-E Nº. 13593/17)-
    às portas da entrada da Esc. Sec. D. Inês de Castro....
    (TOPONÍMICA) 20.
    ----- CENTRO DE BEM-ESTAR SOCIAL DA FREGUESIA DE COZ – MINUTA DE PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO – APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO-COZ' ART...divulgação...visitas guiadas...Hostel no espaço da ex-EB1 da Castanheira...Património Natural...
    (DIVERSOS) 21.
    ------ FUNDAÇÃO MARIA E OLIVEIRA – RELATÓRIO DE CONTAS – ANO DE DOIS MIL E DEZASSEIS - INFORMAÇÃO (MGD-E Nº13732/17)-É de saudar a equipa directiva de voluntários e quem lá trabalha...
    (DIVERSOS) 22.
    ------ AUTORIDADE TRIBUTÁRIA E ADUANEIRA – PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO – APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO-1 trabalhador do município? Até agora Câmara só recebia os impostos e agora tem de dar força de trabalho??CONFIDENCIAL...com ligação ao gestor da Câmara...
    (TESOURARIA) 23.
    ------ RESUMO DIÁRIO DA TESOURARIA - INFORMAÇÃO---

    05/07/2017

    9.074.(4jul2017.12.12') Comunicados de imprensa CDU jul2017,

    Comunicados de imprensa CDU jul2017
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    17julho
    NOTA DE IMPRENSA SOBRE  Loja do Cidadão. Obras apressadas e Regadio da Cela/Bárrio
    À Comunicação Social
    Aos e às Alcobacenses


    1.1.A CDU questiona a maioria PSD sobre uma promessa sucessivamente anunciada e nunca executada. Muitos dos serviços da câmara deveriam ser descentralizados para as sedes das freguesias para que os alcobacenses não tivessem de se deslocar à cidade para tratar de assuntos burocráticos. Urge a loja do munícipe, na cidade de Alcobaça, com fácil acesso a todos os serviços da câmara, centralizados, sem necessidade dos alcobacenses andarem de edifício em edifício para tratar de assuntos, com atendimento simpático e eficaz.
    1.2. A loja do Cidadão com os serviços de estado centralizados (Segurança Social, Finanças, Registo Civil e Predial…) também foi uma repetida promessa para o super-Festival de Anúncios do PSD.Alcobaça. A CDU considera importante a defesa e modernização dos serviços da Administração Pública, com mais qualidade, mais eficiência e mais próximos das populações, propósito em que ganham natural destaque e evidência as potencialidades e vantagens da instalação de uma Loja do Cidadão no Concelho de Alcobaça. Num concelho com 408,14 km² de área e 56.693 habitantes, é notória a falta da instalação de um equipamento como este, ainda para mais, estando situado no centro do distrito de Leiria, podendo servir concelhos vizinhos.
    Defendemos que a Câmara deve exigir junto do estado central este investimento que há muito está prometido e continua adiado, ao mesmo tempo que exige a defesa e reforço dos serviços existentes em todo o concelho, salvaguardando os direitos dos trabalhadores, garantindo um serviço de proximidade das populações, enquadrando a loja do cidadão num planeamento estratégico para os serviços públicos no nosso concelho.

    2. A Coligação Democrática Unitária critica há muitos anos a falta de planeamento das obras municipais e defende o Planear com todos. Em ano eleitoral aceleram-se obras sem rei nem roque, apressadamente, ultrapassando todas as boas práticas. Pavimentar ou pintar passadeiras, por exemplo, onde em breve é necessário abrir valas para melhoria do abastecimento de água e de saneamento é gestão danosa que temos de denunciar.


    3. Finalmente foi publicado no Diário da República o aviso de concurso para a 1.ª fase da obra do Regadio dos Campos da Cela/Bárrio (e Famalicão da Nazaré). Dos 10 milhões de euros, nesta etapa, estão previstas obras de perto de 4 milhões de euros. Depois de anunciado em 2010 como financiado, veio o governo PSD/CDS cancelar e iludir. Este governo começa, assim, a concretizar um objectivo e uma necessidade dos agricultores regantes deste território, tão produtivo, do nosso concelho.
    ***
    10 de julho
    ESCLARECIMENTO DA COLIGAÇÃO DEMOCRÁTICA UNITÁRIA

    À Comunicação Social
    Aos e às Alcobacenses

    Face à apresentação do Cabeça de Lista do Partido Socialista à União de Freguesias de Pataias e Martingança a CDU Alcobaça esclarece:

    1 - Rui Coutinho, eleito na Assembleia Municipal como independente, proposto pela CDU, durante os dois últimos mandatos, comunicou a sua renúncia ao mandato no início de maio, bem como a sua indisponibilidade para integrar as listas da CDU.


    2 - A CDU é um espaço e uma obra colectiva, independente de interesses pessoais ou económicos, onde os seus candidatos e eleitos assumem o compromisso de servir única e exclusivamente os interesses dos trabalhadores e das populações.
    ***
    7 de julho
    NOTA DE IMPRENSA SOBRE A MAGNA CARTA com reivindicações de Alcobaça ao Estado para a envolvente ao Hotel Rachadouro…10 anos da eleição do Mosteiro de Alcobaça com primeira Maravilha de Portugal.

    À Comunicação Social
    Aos e às Alcobacenses


    A CDU há muito que reclama uma magna carta reivindicativa de Alcobaça perante o Estado. Nós sempre estivemos a favor do investimento público no Mosteiro. Só aceitámos o Hotel no Rachadouro, com concessão privada à Visabeiras, na condição do Estado assumir as suas responsabilidades, no Claustro do Cardeal (daqui a 3 anos não pode estar em ruína vergonhosa), do Jardim do Obelisco e fontanários, rede hidráulica na envolvente e dentro do Mosteiro, no antigo pomar, na envolvente à Capela do Desterro e Celeiro…Se o Estado não soube negociar a concessão para Hotel no Rachadouro, não pode ser Alcobaça a perder.
    A CDU não aceita que o município assuma investimentos de milhões sem contrapartidas, claras, por parte do Estado Português, e exige um compromisso solene em visita de 1.º ministro, do Chefe do Governo, e com preciso calendário de execução.
    A CDU entende que esses grandes objectivos para a cidade e para o Mosteiro não podem ficar na Câmara, na directoria do mosteiro ou na DGPCultural, devem ser debatidos por todos os alcobacenses, que se interessam pelo seu concelho.
    Hoje faz 10 anos que o Mosteiro foi eleito 1ª Maravilha de Portugal. Nunca é demais valorizar, igualmente, a importância de Alcobaça na fundação da nossa nacionalidade, na visibilidade da nossa cultura, da arquitectura e da nossa identidade. Lembramos, a propósito, o nosso comunicado de 8 de Fevereiro de 2016
    8fev2016
    Alcobaça tem de ser o centro do mundo de Cister.
    Mosteiro tem muito mais que o Rachadouro para Hotel.
    Terra d’ Arte e d’ Artistas.
    A fundação da nacionalidade.


    A propósito da vinda do Ministro da Cultura a Alcobaça, a CDU renovou as traves mestras do que devemos defender em Alcobaça para o vector estratégico da Cultura.

    Tem de ser o Centro do Mundo de Cister. Os Mosteiros de Alcobaça e de Cós só por si revelam essa potencialidade. Falta a estrutura humana competente e motivada para o concretizar.

    A Câmara tem de reactivar a Associação de Municípios Portugueses de Cister.

    A Câmara pagou um estudo para se poder abrir um concurso para um hotel neste Claustro. Há muito que reclamamos o ABRIR. UNIR.CONSTRUIR. Pressionámos a Câmara a abrir ao debate a estratégia que queremos para Alcobaça e em que o Mosteiro tem um dos papéis mais importantes e agregadores. Não gostámos que os representantes do Estado não reconhecessem o autor do estudo nem quem o pagou. Não queremos é que sejam só anúncios eleitoralistas. A CDU defende e quer obra e iniciativa.

    O mosteiro não tem só o Claustro do Rachadouro/Biblioteca em ruínas. Não podemos ignorar o Claustro do Cardeal, a ex-zona do pomar, o jardim do Obelisco, o terreno da ex-serração. Preferimos que o Mosteiro esteja vivo e bem ocupado. A CDU fez propostas para os claustros em ruína e para outras propriedades do Estado que estão abandonadas. A Câmara tem de ser mais exemplar no seu território qualificando-o ao pormenor.

    A CDU lembra a importância de se identificar todo o valioso espólio levado do Mosteiro de Alcobaça e de alguma forma, progressivamente, ser trazido para Alcobaça, recreando, copiando, digitalizando e tornando a sua consulta e fácil a sua observação e análise. Legitimar Alcobaça como centro do mundo de Cister.

    Temos a Academia de Música e de Dança, temos o Cistermúsica com muita “prata da casa” em músicos e dançarinos.  Temos um movimento associativo forte com 5 bandas filarmónicas, várias orquestras e escolas de música.  Temos várias colectividades de cultura e recreio. Temos 12 ranchos folclóricos. Temos extraordinários músicos e compositores. Temos os The Gift. Temos a ADEPA para o património.  Temos a SAMarionetas. Temos escultores, pintores, designers, fotógrafos e criadores em todas as frentes. Temos escritores, poetas, Feiras do Livro, a bienal de todas as artes Rabiscuits, o Books and Movies, o Alcreative, Casas de Cultura, tertúlias, círculos de leitura e os Amigos das Letras. Temos toda a razão e condições para fazer d’ ALCOBAÇA Terra d’ Arte e d’ Artistas.
    Temos que reabrir o extraordinário Armazém das Artes.

    A importância de Alcobaça na fundação da nacionalidade também tem de ser evidenciada e trazida, muito mais e  outra acutilância, à colação. A CDU, há muito, que propôs que, por exemplo, o 10 de Junho fosse comemorado em Alcobaça.



    Aqui temos um conjunto de questões centrais que devem unir todos os alcobacenses, de forma a termos desenvolvimento estruturado e sustentável na nossa história, no nosso Património, fazendo do nosso concelho cada vez mais desenvolvido em todas as frentes, com a Cultura a cumprir o seu papel.

    Pel’ A Coordenadora da CDU – Alcobaça
    7julho2017
    Clementina Henriques - 917 287 798
    Rogério Raimundo – 966 938 402

    Aqui poderão encontrar as linhas gerais da governação CDU e as medidas alternativas ao PSD:
     
    http://uniralcobaca.blogspot.pt/2017/02/35755fev201788-29-frentes.html
    ***
    Foto de António Branco.
    https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1062185343912932&set=pcb.1062185397246260&type=3&theater
    Foto de Rogério Manuel Madeira Raimundo.
    https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10212122597971646&set=pcb.10212122599411682&type=3&theater
    1jul
    NOTA DE IMPRENSA SOBRE  ALCOBAÇA Terra d' arte e d' artistas...saudação especial à SFVestiarense e aos irmãos João e Inês Sousa
    À Comunicação Social
    Aos e às Alcobacenses


    Nos últimos tempos (2017) a maioria PSD tem-se esmerado em atribuir medalhas aos atletas e clubes desportivos que se evidenciaram nas diferentes modalidades. Nós na CDU só reclamámos a realização de um evento anual para o desporto, que a Câmara começou a concretizar em 2015, com cooperação dos órgãos de comunicação social.
    É injusto que para a Cultura e para outras frentes estratégicas do concelho, não tenha tido essa atenção, não relevando, anualmente as instituições e as pessoas extraordinárias que trabalham, muitas voluntárias, como no desporto, que se destacam, incentivando assim quem valoriza e prestigia Alcobaça. Há já eventos que estão em bom ritmo e que merecem muito mais apoio do município: Gravíssimo, Rabiscuits, Semana Internacional do Acordeão, Concurso Internacional de Música de Câmara, Ao Teatro, Semana das Marionetas…
    Há muito que a CDU propõe um festival organizado pelo Movimento Associativo, uma semana das Colectividades, de 25 de abril a 1 de maio, apoiado pela Câmara, para evidenciar e dar a conhecer o trabalho dos voluntários das colectividades e instituições de todo o concelho e nomeadamente das 5 bandas Filarmónicas do concelho, tal como já se faz com os ranchos folclóricos (Festival concelhio e Mercado séc. XIX).
    Só para exemplificar (no dia 1 de julho de 2017 houve dois acontecimentos importantes, em simultâneo, que merecem o relevo, por serem exemplares para a Terra d’ Arte e d’ Artistas, que a CDU defende há muitos anos, como condição para o desenvolvimento estratégico do nosso município.
    Saudamos assim os maestros, os músicos e as instituições: Sociedade Filarmónica Vestiarense e a Academia de Música de Alcobaça. Saudamos especialmente os músicos que actuam habitualmente nas duas instituições, voluntariamente, e que neste dia, especial, tiveram que optar.
    1.      A Sociedade Filarmónica Vestiarense, depois de ter ultrapassado duas eliminatórias, venceu a final do Festival de bandas Vianeza na Figueira da Foz. A novidade também esteve em que todo o Portugal pôde ver, com a RTP1 em directo, em serviço público…Mas não foi só a Banda a vencer…O prémio Jovem revelação, deste festival, também foi para a Vestiaria, com a extraordinária Carolina Rosa. A Vestiaria, todo o concelho, vibrou com este sucesso dos nossos d’ Alcobaça.
    2.      O Cistermúsica inicia, na sala de visitas, em frente ao Mosteiro de Alcobaça, mais um Festival, o 25º, com inteiro agrado, apesar da noite fria. Perto de mil pessoas assistiram e vibraram naquela noite memorável. Um momento que os Alcobacenses merecem e precisam!
    Neste fim-de-semana há mais exemplos para a Terra d’ Arte e d’ Artistas:
    a)      João Sousa (da SFVestiarense, da Orquestra Ligeira do Bárrio) foi seleccionado para a Banda Sinfónica Portuguesa Junior.
    b)      Inês Sousa foi PRIMEIRA no 6.° Concurso "Pequenos Grandes Talentos" 2017 (ela actua na Orquestra do Bárrio, na SFVESTIARENSE e estuda na Academia de Música de Alcobaça, no ensino articulado de música).

    Pel’ A Coordenadora da CDU – Alcobaça
    19junho2017
    Clementina Henriques - 917 287 798
    Rogério Raimundo – 966 938 402

    Aqui poderão encontrar as linhas gerais da governação CDU e as medidas alternativas ao PSD:
     
    http://uniralcobaca.blogspot.pt/2017/02/35755fev201788-29-frentes.html